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Prepare-se para um aumento explosivo nas vendas! Descubra as estratégias inovadoras da Casas Bahia para impulsionar a receita, com foco especial na iminente Copa do Mundo.

**Receita bilionária e metas ambiciosas:** A empresa revela ter alcançado mais de R$ 30 bilhões em receita e R$ 40 bilhões em GMV no último ano. Entenda como o crescimento de eficiência e a expansão operacional se alinham para superar desafios macroeconômicos.

**O poder da linha branca e da Copa do Mundo:** Explore o crescimento consistente na categoria de linha branca e o impacto significativo esperado da Copa do Mundo nas vendas de televisores, onde a Casas Bahia detém mais de 30% de participação de mercado. Uma Copa pode triplicar o volume de vendas de TVs, alcançando 600 mil unidades em um único mês!

**Inovação em soluções financeiras e canais digitais:** Saiba como a concessão de crédito e as soluções financeiras são alavancas chave para o ganho de participação de mercado. O canal digital continua a superar as lojas físicas, impulsionado pela digitalização e pelo perfil do consumidor.

**Ofertas agressivas e futuro promissor:** A concorrência acirrada entre fornecedores promete ofertas mais agressivas ao consumidor, superando até mesmo a Black Friday. Descubra o otimismo da indústria e a abordagem cautelosa da Casas Bahia para garantir crescimento com rentabilidade.

**Reestruturação e expansão estratégica:** Veja como o ajuste de mais de 100 lojas não lucrativas abriu caminho para uma nova fase de expansão. As lojas físicas se transformam em hubs estratégicos, com potencial para impulsionar significativamente as vendas de e-commerce e alcançar novas regiões. O futuro é de proximidade com o consumidor e crescimento sustentável.

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Transcrição
00:06Renato, qual foi a receita do ano passado?
00:09A receita foi pouco mais de 30 bilhões de reais e o GMV, que é a quantidade, a receita com
00:15venda de mercadorias,
00:16a quantidade de mercadorias que nós vendemos, passou de 40 bilhões de reais.
00:19Você acredita que nos próximos trimestres o crescimento de receita vai vir mais de ganho de eficiência
00:25ou de crescimento mesmo operacional?
00:28O mercado macroeconômico ainda está desafiador, então a gente não vê crescimento nas principais categorias.
00:34A única categoria que cresce até agora é a linha branca.
00:37Tem apresentado um crescimento consistente, então geladeiras, máquinas de lavar, fogões, crescendo bastante.
00:43A gente tem a expectativa da Copa do Mundo agora, em junho, a Copa traz um incremento de receita importante
00:49para a companhia,
00:50principalmente em televisores, onde a gente tem mais de 30% de share e a líder de mercado.
00:54A gente chega a vender, em um mês de Copa do Mundo, três vezes o volume normal.
00:58Então, o volume mensal que a gente vende é aproximadamente 200 mil televisões por mês.
01:03Na Copa a gente vende 600 mil televisões em um único mês.
01:06E a cada se o Brasil avança de fase, você faz mais um mês desse.
01:09E celulares também tem um incremento, dependendo do modelo.
01:12Normalmente era 50%, esse ano é esperado um volume incremental ainda maior, dada a evolução da digitalização dos consumidores.
01:20Então, o nosso crescimento deve vir de forma gradativa, com ganho de share consistente,
01:25principalmente com a evolução da concessão de crédito.
01:28A gente quer tentar crescer mais focado nas alavancas de soluções financeiras que nós temos dos consumidores,
01:35tanto no canal físico, quanto no canal online.
01:37O canal digital, esse ano, ele ainda deve crescer um pouco mais do que o canal lojas físicas,
01:43uma vez que o cenário macro mais apertado, ele impacta um pouco mais o consumidor da base da pirâmide que
01:49está na loja física
01:50e um pouco menos o consumidor de mais alta renda que está mais no e-commerce.
01:54Aproveitando que você falou sobre a Copa do Mundo, é esperado que o resultado dessa Copa seja melhor do que
02:00a Copa anterior?
02:02Acho que do ponto de vista de venda, deve ser parecido o impacto nas vendas.
02:07Então, ele traz aí esse consumo de telas maior do que o ano normal, mas parecido com o ano passado.
02:14E de celulares pode ser, sim, um pouco maior.
02:16Acho que a grande diferença é que a gente tem uma conjuntura de competição entre os fornecedores maior esse ano.
02:21Então, em relação à Copa do ano passado, nós temos muito mais fornecedores competindo por esse mesmo volume de compras.
02:28Isso tende a trazer ofertas mais agressivas para o consumidor.
02:32Então, a gente tem visto já uma deflação nos produtos de tecnologia, televisão, celulares e computadores.
02:38E, realmente, o que a gente negociou de promoções para fazer para o consumidor durante a Copa do Mundo
02:43é muito agressivo, mais do que Black Friday, por exemplo, trazendo ofertas que devem estimular ainda mais o consumo.
02:49Então, a indústria está muito animada com a Copa do Mundo.
02:52Vai ser minha primeira Copa a viver no varejo.
02:54Então, por enquanto, eu vejo a expectativa de todo mundo, mas fico com os dois pezinhos no chão,
02:58esperando para ver a venda a cada dia, para que a gente possa realmente ter uma aposta bem sucedida do
03:05crescimento.
03:05Mas um crescimento, melhor ter um crescimento menor um pouco, mas com rentabilidade,
03:10do que tentar avançar demais e pôr em risco o incremento de margem que a gente quer tanto entregar a
03:15cada trimestre.
03:16Hoje, vocês têm cerca de mil lojas e 30 mil funcionários.
03:20Nesse processo de reestruturação, teve uma adequação de unidades.
03:24Vocês pretendem fechar mais alguma unidade?
03:27Não, a gente fechou mais de 100 lojas, então realmente lojas não lucrativas a gente encerrou.
03:32A gente tem que continuar com essa disciplina de olhar o que está dando dinheiro e o que não está
03:36dando dinheiro,
03:37mas o grande movimento, o grande ajuste já foi feito.
03:40Agora é dia a dia normal, você vai acompanhando o cenário macroeconômico, mudanças de mercado,
03:45porque às vezes um bairro começa a perder um pouco de fluxo, outro bairro ganha fluxo,
03:49e aí você fecha a loja aqui, abre aqui, mas é mais pontual esse ajuste.
03:53A gente não vê grandes ajustes, a não ser que a gente tenha uma mudança do cenário macro.
03:57A tendência é que a gente veja um macro melhorando a partir do próximo ano,
04:01então não deveria ter grandes ajustes de footprint.
04:04As lojas funcionam como mini hub e no longo prazo a gente vê sim espaço para expansão de lojas.
04:10Então tem mais de 200 cidades que a gente vende através do nosso e-commerce,
04:13mas que existiria um upside muito grande de abrir uma loja própria,
04:17trazendo vendas tanto no canal físico, trazendo um showroom para o consumidor naquele local,
04:21e toda vez que a gente abre a loja numa cidade que já vende por e-commerce,
04:24a venda do e-commerce cresce cerca de três vezes.
04:27Então isso seria bastante relevante, mas de novo isso é só após o ciclo de lucro,
04:31com o macro um pouco melhor.
04:32E de cidades existentes também tem um plano de expansão para novas regiões,
04:36onde a gente quer estar ainda mais próximo do consumidor.
04:39E aí
04:40Tchau, tchau.
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