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  • há 21 horas
O fim da chamada “taxa das blusinhas”, que zerou o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, provocou aumento nas remessas estrangeiras e reacendeu o debate sobre os impactos da medida no comércio brasileiro. Em Belém, lojistas afirmam que a mudança favoreceu plataformas internacionais e trouxe dificuldades para o varejo local, que precisa competir com produtos vendidos a preços mais baixos.

A Medida Provisória nº 1.357/2026, que autorizou a redução da alíquota a zero, perde validade em setembro caso não seja aprovada pelo Congresso. Representantes do comércio nacional defendem a retomada da cobrança e alegam que a isenção cria uma concorrência desigual entre empresas brasileiras e vendedores estrangeiros. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) também se posicionou contra a manutenção da medida, argumentando que ela prejudica a atividade econômica interna e a geração de empregos formais.

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Transcrição
00:00Se esse imposto voltar hoje para as fruzinhas, vai ter uma competição mais leal, né?
00:05Porque hoje o nosso online diminuiu muito, devido a não ter o imposto, né?
00:10E eu acredito que voltando esse imposto, nosso online volta, nossa competição,
00:15nós conseguimos combater até essa mercadoria importada que vem para o Brasil sem imposto,
00:20sem nada, com preço muito inferior.
00:21Então, acho muito bom entrar esse imposto aí no Brasil.
00:24Cresceu 28,2 milhões de remessas internacionais, contra 113,2 em abril do mesmo ano.
00:35Então, teve aumento de 72%, que é um aumento significativo com o final da cobrança da taxa.
00:44Se refere ao 2025, o ano anterior, a queda foi de...
00:53A importação era de 12,3.
00:57Teve um aumento de 118%.
00:59Então, é notável, sim.
01:01E, com certeza, isso afeta no mercado interno, no varejo nacional.
01:14E, com certeza, isso afeta no mercado interno.
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