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  • há 5 horas
Transcrição
00:00Hello, primorosas! Hoje a gente vai falar sobre conscientização, liderança e a força das mulheres
00:08que transformam a sociedade através da informação. A nossa convidada, ela é advogada, vice-presidente
00:15da OAB Pará, mãe e uma mulher que faz da sua profissão uma ferramenta de transformação.
00:23E neste Agosto Lilás, nós vamos conversar sobre prevenção, acolhimento e o papel de cada um de nós
00:31no enfrentamento à violência contra a mulher.
00:40DOL DELAS, mulheres que inspiram a Amazônia que acontece. Patrocínio, Banco da Amazônia. Sonhar, mover e impactar.
00:50Claro, você merece o novo. Sebrae DELAS. Toda conquista inspira a próxima.
00:59Brenda, sejam muito bem-vindas ao DOL DELAS. É uma felicidade te ter aqui.
01:04Obrigada, Priscila. Obrigada a todos que nos escutam em casa.
01:08E eu já quero saber de você, Brenda. Como é a Brenda quando chega do escritório?
01:14Como é a Brenda no dia a dia, na verdade?
01:17Todo mundo conhece muito a versão Brenda, vice-presidente da OAB e Brenda, advogada, né?
01:23Que está sempre alinhada, arrumada, com uma maquiagem.
01:27Mas existe, antes disso, uma versão minha que é mãe, que é esposa, que é amiga de um montão de
01:35gente,
01:36que gosta de fazer festa, que gosta de ir para a academia, gosta de tomar banho de piscina.
01:41Essa é a verdadeira essência da pessoa que tem à sua frente a advogada e a vice-presidente da OAB.
01:50Mas aí eu já quero saber também como é que nasceu essa vontade, né?
01:55Essa luta, como nasceu essa vontade de lutar pelos direitos das mulheres e pelas mulheres também, né?
02:03Por todas nós.
02:05Priscila, sim. Eu, em casa, tive uma mãe que era feminista, sem saber que era feminista.
02:12Enquanto meu pai e meus irmãos diziam, essa menina precisa aprender a cozinhar.
02:16Eles que não sabiam cozinhar.
02:19E minha mãe dizia, se ela aprender a cozinhar, ela vai ser explorada.
02:22Ela precisa aprender a mandar fazer para ela.
02:25Pronto.
02:26Então, ali já veio os primeiros recados.
02:29Depois eu fui começando a ter conhecimento pelas redes, comecei a ler mais sobre o assunto.
02:35E conforme eu fui me educando, eu achei naquilo uma paixão.
02:39Dizer, bem, isso aqui é uma coisa que precisa acontecer para transformar não só a minha vida,
02:45mas a daquelas que me rodeiam.
02:47É verdade.
02:48E como a gente precisa desses exemplos, né?
02:50E as nossas mães, nossas avós, como elas, às vezes, acabavam normalizando coisas que não eram normais.
02:59E a sua mãe disse, não.
03:01Aqui não, né?
03:02Então, como é importante a gente também, como mãe, hoje, ensinar para as nossas filhas.
03:07Claro, todos nós precisamos aprender a cozinhar, a lavar, a passar, a fazer tudo.
03:12Mas tanto as mulheres também, quanto os homens, né?
03:15Tem que ser justo para todos.
03:17E aí, eu já quero saber sobre o principal ponto hoje que a gente vai falar, que é sobre o
03:24Agosto Lilás.
03:25O que ele representa para você, Brenda, o Agosto Lilás?
03:29Bem, o Agosto Lilás, para quem não sabe, é o mês em que a gente celebra o aniversário da Lei
03:35Maria da Penha.
03:36Mas, Brenda, que outras leis a gente celebra aniversário?
03:40Nenhuma que eu me recorde, não.
03:42Mas essa é uma lei muito emblemática para a história do país.
03:45Então, ela merece ter um mês de celebração, que vai ser através da luta, para poder conscientizar a sociedade de
03:54que a violência não pode ser tolerada.
03:57Então, é um mês de muita atividade institucional na UAB, em que a gente tem várias frentes de trabalho.
04:03E é um mês de militância intenso.
04:05Sim, de luta, né?
04:07A gente precisa lutar.
04:09E como é importante a gente ainda continuar falando sobre os avanços, mesmo depois de leis, que não é só
04:18a da Maria da Penha.
04:19A gente tem várias leis que ajudam as mulheres, né?
04:23Mas é importante passar essas informações da Lei Maria da Penha e de outras leis que também ajudam as mulheres.
04:32Fala um pouco mais sobre isso para a gente, Brenda.
04:34Olha só, Priscila, a Lei Maria da Penha, especificamente, ela é considerada pela ONU a terceira melhor legislação de defesa
04:43das mulheres do mundo.
04:45Do mundo todo.
04:46Que bom, né?
04:48Muito bom.
04:49Que bom.
04:49E olha que ela é uma lei restrita aos ambientes domésticos.
04:53Por exemplo, a segunda lei melhor do mundo é da Espanha, que é uma lei que combate a violência de
04:58gênero dentro e fora do ambiente doméstico.
05:00Mas agora o STF está apreciando a possibilidade de aplicar a lei Maria da Penha também fora do ambiente doméstico.
05:08O julgamento está rolando, a gente ainda não sabe.
05:10No geral, essa é uma legislação muito marcante que veio sendo assessorada por outras ao longo do tempo.
05:18Mas enquanto as taxas de feminicídio, de violência continuarem escalando, a gente vai ter que falar no agosto, no setembro,
05:26no outubro.
05:27O ano inteiro, né?
05:28O ano inteiro, né?
05:29É de extrema importância sempre falar sobre todas as leis e esses avanços, né, doutora Brenda?
05:36A história mostra para a gente que, diante de uma crise política ou econômica, os direitos dos vulneráveis, das mulheres,
05:45dos grupos LGBTs, da comunidade negra, eles voltam e retrocedem.
05:51Há pouco tempo atrás, a gente estava discutindo abolir a possibilidade de aborto legal de uma mulher que engravidou a
06:00partir de um estupro.
06:01Isso é um tamanho retrocesso.
06:03Então, se a luta não for constante, lutando acontecem essas iniciativas, imagina sem luta.
06:10E como é que a informação pode ajudar todos, não somente as mulheres, mas principalmente as mulheres, a prevenir essa
06:22violência antes que ela aconteça, doutora?
06:25A tua pergunta é perfeita. Acho que a informação é a chave de tudo.
06:28A gente nasce sabendo alguns direitos básicos que tem, mas quem não é da área do direito não tem aquele
06:35estudo das leis como nós, advogados, temos.
06:38Então, é importante se informar pela mídia, por todos os canais que hoje a gente tem digital, YouTube, redes sociais,
06:47enfim.
06:48E entender os conceitos que a lei traz, o direito que você tem, que a violência, ela é para muito
06:56além daquela violência física.
06:59Então, se você entende que a lei Maria da Penha é para quem apanha, você está errado.
07:03Você precisa expandir seus horizontes. A violência é muito além da violência física.
07:07Isso mesmo. Mas a OAB, ela faz várias campanhas e serviços também nesse Agosto Lilás.
07:16Conta para a gente como esse trabalho da OAB ajuda na vida das mulheres, em defesa das mulheres.
07:25Legal. A OAB, ela é uma instituição que tem uma missão, dada lá pela Constituição de 88,
07:30de, enquanto instituição, defender os direitos humanos, a democracia, a justiça social.
07:36E, por isso, a gente participa de várias frentes. E aí vem a nossa atuação com as mulheres.
07:41Nós temos, permanentemente, uma comissão das mulheres advogadas que trabalha em todo o Estado do Pará
07:49iniciativas para defender os direitos das mulheres.
07:51Então, a gente leva educação, qualificação, através de cursos, através de iniciativas,
07:58atendimento à sociedade de uma maneira geral, para estar próximo da sociedade civil, do cidadão, da Dona Maria, do seu
08:05João.
08:06E, nesse mês do Agosto Lilás, nós temos uma agenda extensa de cursos, seja aqui na capital, seja no interior.
08:14E, ontem mesmo, a gente teve uma iniciativa muito legal.
08:17Fiquei super feliz. A gente recebeu um grupo de ambulantes mulheres empreendedoras,
08:23chamadas, que se intitulam Donas das Ruas.
08:26Elas se organizam, promovem eventos culturais, custeiam shows, tiram as suas licenças
08:31e vendem o que elas têm de vender ali naquele lugar.
08:35E, muitas vezes, nessa organização acontece a violência dos homens ambulantes.
08:41Então, a gente, com a Federação das Mulheres do Estado do Pará e com a Polícia Militar,
08:46a gente fez uma qualificação para elas.
08:48O que é violência?
08:49O que fazer num ato de violência ali, na hora daquele evento cultural?
08:55Como é que essa violência pode se refletir em casa?
08:58E, assim, você vai acendendo e vendo aqueles olhares de...
09:02Ali tem uma potencial vítima de violência que está aprendendo que ela é vítima.
09:06E, aí, elas saberem também os direitos delas, né?
09:10Para dizer assim, epa, isso aqui eu posso ir numa delegacia, eu posso me defender de tal jeito.
09:16Então, vocês acabam... É informação mesmo, né?
09:19Para que elas...
09:20Perfeito. O que é que acontece?
09:21O primeiro passo é entender a violência, se reconhecer vítima.
09:25Mas o principal é o que vem depois. O que fazer?
09:28Eu sendo vítima ou eu estou vendo que a minha vizinha é vítima, que a minha amiga é vítima?
09:33Que passos eu posso dar? Então, a gente leva essa informação de dizer
09:36existe uma rede de proteção à mulher que conecta a polícia militar,
09:41a polícia civil através da delegacia da mulher, patrulha Maria da Penha, viatura rosa.
09:48Tem a Casa da Mulher Brasileira, onde, se você for, você vai ter o atendimento da polícia civil,
09:53mas psicossocial, vai ter ali uma assistente social para te atender.
09:57Se você precisar de abrigo, passar a noite lá, você consegue.
10:01Então, o sistema está organizado para receber essa mulher.
10:05Ele dá conta? Ainda não. Está um pouco distante do mundo ideal.
10:09Mas a mulher precisa saber que ela não é obrigada a ir em uma delegacia qualquer
10:14e é só isso que tem para ela. Tem muito mais.
10:17E que bom, né? Porque, às vezes, a mulher estava já num momento de fragilidade
10:21e ela tinha que tratar com outro homem, porque, geralmente, tem muitos homens em delegacia.
10:27E ter a Casa da Mulher Brasileira é aquele acolhimento para ela, né?
10:32E ela não ter que passar por várias fases e reviver a violência novamente.
10:36Que bom.
10:36Mas, Brenda, você num cargo de liderança.
10:41Hoje você é vice-presidente da OAB.
10:44Isso também te dá...
10:47Tu sofre algum desafio maior por ser mulher e estar num cargo de liderança?
10:54Com certeza.
10:55Eu acho que tem gente por aí que pensa que porque a gente chegou em algum cargo,
11:01estamos livres disso.
11:03Mas a história mostra, e a gente tem dados a rodo disso,
11:06de que nenhum cargo de autoridade faz com que a mulher tenha um tratamento diferenciado.
11:13Isso dito pela única ministra mulher que nós temos no Supremo.
11:18Nem ela está imune.
11:19Carmen Lúcia, uma figura conhecida no Brasil todo, nem ela está imune.
11:23A delegada da DEAN também não está imune.
11:27Ela que porta uma arma, ela também passa violência de gênero e fardada, armada.
11:34Então, quando a gente ocupa um cargo que tem um destaque e que é ocupado por uma mulher,
11:40mas que foi historicamente ocupado por homens, vem um incômodo.
11:45Você está rompendo com um padrão social.
11:48Então, é como se aquele não fosse um ambiente para uma mulher.
11:52E isso vem rodeado de cenões.
11:57Os ataques velados, os olhares transversos, é aquela risadinha,
12:01aquele comentário que dá a entender que você só está ali porque você pode ser filho de alguém,
12:09porque existe uma política de cotas, porque você é bonita.
12:12E não que você tem competência.
12:15Nunca se presume a competência.
12:16A mulher precisa provar ser competente.
12:19Três vezes mais.
12:21Três vezes mais.
12:22Porque a gente, e a gente trabalha tanto, inclusive tem dados, né?
12:26As mulheres estudam mais do que os homens, as mulheres se especializam mais do que os homens
12:31e mesmo assim a gente ainda recebe menos que os homens, né?
12:34Exatamente.
12:35É complicado.
12:36Mas e aí, indo também para esse lado mais da advocacia mesmo,
12:39porque a gente sabe que muitas advogadas ainda sofrem preconceito,
12:46ainda são desrespeitadas.
12:48E o que a OAB Pará, ela faz para ajudar essas mulheres ou para minimizar tudo isso
12:55que, às vezes, como você mesmo falou, é a sociedade, né?
12:59A sociedade pensa desse jeito.
13:01E o que a OAB Pará faz para minimizar ou para excluir tudo isso
13:07e garantir o direito das mulheres advogadas?
13:12Perfeita a tua pergunta, Priscila.
13:14Advocacia é uma profissão de luta.
13:16O advogado luta pelo direito do seu cliente.
13:19Então, ele está sempre pedindo alguma coisa.
13:21Ele está pedindo para o juiz que o direito seja aplicado.
13:24Ele está defendendo, literalmente, perante a justiça,
13:28seja perante a polícia, seja junto ao Ministério Público.
13:32Então, é uma profissão que é, da natureza, fazer o enfrentamento.
13:37Quando esse enfrentamento não vem vestido com um terno e uma gravata,
13:41ele vem com uma blusa de seda, um escarpão, um salto alto,
13:46ou ele vem sem nenhuma pompa dessa que eu citei,
13:50o julgamento começa antes da gente abrir a boca.
13:53Verdade.
13:53Então, as violações das nossas prerrogativas, que são os direitos que o advogado tem de ser tratado igual a uma
14:02autoridade,
14:03como um juiz, como um promotor, o direito que nós temos de adentrar numa sala de audiência,
14:08de falar com essas autoridades, eles são violados corriqueiramente para os advogados homens e para os advogados mulheres.
14:17Mas a gente percebe que essas violações, quando elas acontecem para as mulheres,
14:22normalmente elas têm um recorte de gênero.
14:25É porque a mulher era mulher.
14:28Então, é aquele assessor que você vai tentar falar para falar com o juiz,
14:33e ele nega para você, mas diz que sim para o colega homem.
14:40Dificulta a vida da mulher.
14:41Então, nesse sentido, a OAB tem uma comissão de prerrogativas que trabalha com o plantão 24 por 7,
14:4924 horas atendendo os colegas que sofrem essas violações, fim de semana, madrugada,
14:54atendimento em delegacia, e essa comissão se desloca até o local,
14:58e a partir daquele evento nasce um processo dentro da OAB.
15:02Nesse processo, a autoridade violadora pode vir a ser condenada
15:08para receber o título de violador de prerrogativa,
15:11e posteriormente, se ela tentar tirar a carteira da ordem, ela não consegue.
15:16Então, a nossa atuação é perene.
15:18Dentro do grupo das prerrogativas, nós temos um grupo que protege exclusivamente a mulher,
15:24que tem o treinamento e o preparo para olhar essa discriminação que é pelo gênero.
15:29Que maravilha.
15:31E, assim, essa violência, não somente com as advogadas, mas também com todas as mulheres,
15:39elas acontecem.
15:40Como você disse, ela às vezes é velada, às vezes é com alguma coisa que fala
15:46e descredibiliza a mulher.
15:49Mas eu queria saber, da Brenda, CPF, qual seria o mito sobre violência que você gostaria de desmistificar?
16:05Não tenho nem dúvida.
16:07O mito é a violência não é só física.
16:12É verdade.
16:13A gente está vivendo esse momento de levar a população à compreensão de que a violência tem várias facetas.
16:21Existe a violência psicológica, existe a violência patrimonial,
16:26que muitas vezes é lida pela mulher como um gesto de amor, de cuidado.
16:32Mas que cuidado é esse que te deixa sobressaltada,
16:36que te faz pensar, eu queria ir com a minha amiga no shopping, comprar uma calça,
16:39mas é melhor não, porque ele não vai gostar.
16:43Porque a hora que eu for, ele vai começar a me ligar para saber onde eu estou, para eu voltar.
16:47E quando eu chegar em casa, a gente vai ter uma briga.
16:50É verdade.
16:51Então, o controle é muito diferente do cuidado.
16:57Isso que a mulherada precisa entender.
16:59Entender, né?
16:59Que essa violência física, chegar nas vias de fato, é o último estágio, né?
17:06E que geralmente começa com o controle, começa com os outros estágios.
17:10É muito importante mesmo.
17:12E eu já queria saber, até a gente vai começar a finalizar, né?
17:17Porque a conversa está muito boa, eu queria saber muito mais coisas.
17:21Mas a gente precisa finalizar.
17:23Eu queria saber qual mensagem tu deixaria para essas mulheres sobre o Agosto Lilás,
17:29sobre a importância dele.
17:31O que tu fala para essa mulherada que está nos assistindo?
17:35Ah, eu acho que eu vou dizer para você que está aí em casa.
17:38Que assim como eu, já fica triste de ver a quantidade de notícias de feminicídio,
17:43de ataque às mulheres que a gente assiste absolutamente todos os dias.
17:47Que sabe que esse tema é pesado.
17:49Eu vou te dizer, apesar disso, apesar da dificuldade desse tema,
17:55te informa.
17:57Procura entender o conceito das violências.
18:00Abre os teus olhos ao teu redor.
18:02Todos nós, ou sofremos, todas nós mulheres, ou sofremos,
18:08ou já sofremos no passado,
18:10ou conhecemos muitas mulheres que passam por isso.
18:15Então, se não por ti mesma,
18:18faz isso pelas tuas, pela tua rede.
18:21Fica de olhos abertos,
18:23seja uma multiplicadora desse conhecimento,
18:26para que um dia a gente possa ter as mulheres todas unidas,
18:30de mãos dadas contra a violência, de fato.
18:33Que necessária.
18:35Muito obrigada, Brenda.
18:38Como informação é necessária,
18:40e você hoje nos deu muita informação,
18:43nos incentivou, nos ensinou nossos direitos.
18:46Muito obrigada mesmo.
18:47Obrigada, Priscila.
18:49E a OAB está o tempo todo à disposição de vocês,
18:52seja para levar conhecimento,
18:54seja para fazer ações,
18:55contem conosco.
18:56Obrigada.
18:57E hoje, a gente falou sobre informação,
19:02prevenção e o compromisso
19:04que este Agosto Lilás nos lembrem
19:07de enfrentar a violência contra a mulher.
19:10Ela é uma responsabilidade de toda a sociedade, minha gente.
19:14Então, eu te espero no próximo episódio do Dall Delas,
19:17porque juntas nós somos imbatíveis.
19:20Vem!
19:27Dall Delas, mulheres que inspiram a Amazônia que acontece.
19:31Patrocínio, Banco da Amazônia.
19:33Sonhar, mover e impactar.
19:36Claro, você merece o novo.
19:41Sebrae Delas, toda conquista inspira a próxima.
19:46Realização Dall.
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