00:00Árbitros e árbitras que estarão apitando o Circuito Mundial de Futebol em Cascavel
00:05ocuparam uma sala do Centro Nacional de Treinamento e Atletismo para se atualizarem
00:11em relação àqueles que já apitam e para se capacitarem,
00:16falando daqueles que estão iniciando a carreira no apito.
00:19O cascavelense Doquinha já é veterano no assunto, mas aprendizado nunca é demais,
00:26sem contar que ele tem muito a ensinar também.
00:28É uma honra para a gente estar no meio dessa turma seleta, do futebol do mundo todo,
00:34e principalmente o cascavel recebendo esse evento, que é um marco para a nossa cidade.
00:40Então a gente vai procurar fazer um grande evento, organizando a arbitragem,
00:45organizando as quadras e tudo, para que a torcida, o pessoal que vai assistir,
00:50tenha um grande evento aqui nessa nossa cidade, para que elevamos mais o nível do futebol no Brasil.
00:56Cascavel, Paraná e o mundo ainda.
00:57O Inay é da Tailândia, ativo e brincalhão.
01:01Deve ter aprendido bastante com o colega Felipe, com quem morou um ano no Brasil,
01:07inclusive a falar português também.
01:10Para ele aprender as regras do futebol no país que é considerado o berço da modalidade,
01:16é uma oportunidade única.
01:18Agora o futebol é muito famoso lá na Tailândia.
01:22Todo mundo quer jogar futebol, porque agora na Ásia, a gente tem o esporte que se chama sepacta-core.
01:33É famoso também, todo mundo aprendeu sepacta-core.
01:36Sepacta-core é igual ao futebol.
01:39Mas na Tailândia eu vim para cá para jogar de mundo, de campeonato, daqui no Brasil, na Cascavel.
01:49Então a gente aprendeu para isso aqui, de regra.
01:56Para voltar na Ásia, para o que fala?
01:59Me dá para outro país, para aprender mais de futebol.
02:04Ele aproveitou o momento para falar também sobre o sepacta-core, esporte popular na Tailândia,
02:12que se assemelha ao futebol, mas no piso e não na areia.
02:16É uma mistura de futebol, vôlei e acrobacias de artes marciais.
02:22O tipo de sepacta-core é bola pequena.
02:25É bola muito fácil.
02:29Na hora, a gente tem três pessoas para jogadores.
02:33Um lado tem três pessoas.
02:35Um lado, outro lado, três pessoas também.
02:39É igual ao futebol, porque você pratica isso de você usa a cabeça, é braço, né?
02:48É tipo de você fazer ponto de o tailandês, é outro país.
02:57Ele pular, virar, baixa bola bem forte para ganhar ponto.
03:04Daí, isso é especial técnico para o futebol na Ásia, para o jogo de futebol.
03:13Depois dessa aula, seguimos falando da capacitação da arbitragem mundial.
03:19O Ahmed é cubano, mas há nove anos vive no Brasil, em Goiânia.
03:23Olhares atentos para não perder nenhum detalhe.
03:26Bom, primeiramente foi uma experiência muito top para mim,
03:31saber que alguém como eu, de Cuba, que não tem experiência de nenhum tipo nesse tipo de esporte,
03:37ficar experimentando e ficar tentando procurar um crescimento através desse curso.
03:43E é uma experiência maravilhosa poder compartilhar com pessoas de outros países
03:48e poder, mais uma vez, estar principalmente com os professores Mauro e Edivaldo,
03:53que já foram meus professores em outros cursos.
03:55E é uma oportunidade maravilhosa para mim e eu estou curtindo no máximo possível esse curso.
04:01A ideia dele é difundir melhor o futebol em Cuba, que lá praticamente não existe.
04:08O futebol eu acho que possivelmente, em próximos anos, vai ser um esporte que vai ser muito bem recebido em
04:14Cuba.
04:14Infelizmente não é um esporte que está sendo praticado neste momento pela situação econômica, política e social
04:20que tem um país, mas, através de mim, eu imagino que podemos levar para frente
04:27tudo o crescimento desse esporte, principalmente na área de regras e arbitragem.
04:32E se o número de mulheres jogando também está aumentando, elas também estão presentes na arbitragem.
04:38Laís é de Minas Gerais e garante que nesse esporte, que na maioria ainda é masculino,
04:44o olhar feminino é diferente.
04:47Bom, a importância de se atualizar é que eu digo que, por mais que as regras sejam iguais,
04:53existe a necessidade de ter uma árbitra mulher para apitar numa categoria feminina, né?
05:00Nosso olhar é diferente, as nossas tratativas são diferentes, então é importante ter árbitro mulher
05:06num esporte que ainda é tão masculino, né? É muito importante.
05:10Laís chegou a jogar futevôlei e sentiu na pele a necessidade de uma mulher apitando os jogos.
05:17A minha entrada no futevôlei, ela foi despretensiosa. Eu comecei brincando, acabei gostando
05:24e todas as vezes que eu ia participar de um campeonato, eu nunca tive uma árbitra mulher apitando um jogo
05:29meu.
05:30Então, eu senti essa necessidade. Então, aí, vim para a arbitragem.
05:34Acho que todo mundo tem que pensar grande na vida, né? Obviamente.
05:37Mas eu penso que a minha intenção inicial é agregar no esporte aqui no Brasil primeiro.
05:43Crescer, ter experiência. Mas em breve já vai rolar um rolê internacional aí, hein, gente? Vai sim.
05:49Depois da teoria, o grupo seguiu para a parte prática.
05:53Na arena, já praticamente pronta, eles colocaram à prova tudo o que aprenderam no curso.
06:00Foi um dia inteiro de pura imersão no mundo da arbitragem.
06:03A capacitação foi ministrada por dois profissionais experientes no assunto,
06:09que nós já mostramos aqui no programa Hora do Esporte.
06:13O Mauro Pereira, que é árbitro e instrutor internacional.
06:17E o Edivaldo Carlos, que é o diretor de arbitragem da Federação Internacional.
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