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Como o surf se tornou uma das plataformas mais relevantes para marcas no Brasil? Neste vídeo, o Meio & Mensagem conversa com representantes da WSL, Vivo e Corona sobre marketing esportivo, patrocínio, conteúdo digital e ativações que aproximam empresas de uma comunidade engajada pelo lifestyle outdoor.

A discussão passa pelo protagonismo dos atletas brasileiros na conhecida Brazilian Storm, pelo Vivo Rio Pro em Saquarema, pela Casa Corona e pela expansão das piscinas de onda, que abre novas oportunidades para marcas dentro do universo do surf.

#Surf #WSL #MarketingEsportivo #Publicidade #PatrocínioEsportivo #Vivo #Corona
Transcrição
00:00O surf tem uma comunidade ultra engajada, ele conversa com algo muito contemporâneo,
00:06que é o cuidado com o meio ambiente, que é o cuidado pessoal, que é a saúde mental, que é
00:10a desconexão.
00:11E o que nos une com a plataforma de surf é esse estilo de vida lá fora.
00:15É muito natural para quem pratica o surf, quem gosta de surf, para quem é minimamente interessado,
00:22esse estilo de vida outdoor.
00:24A gente trabalha isso nas nossas comunicações dentro da plataforma Tem Tempo Pra Tudo
00:29sobre os momentos de você ter a sua relação saudável com o celular e os momentos que você precisa se
00:35desconectar.
00:45Desde 2014, quando o Gabriel ganhou a primeira vez, houve aí uma convergência, uma coincidência de fatores muito felizes.
00:53que, de um lado, é uma geração muito vencedora.
00:57Desde então, foram oito títulos nesses 11 anos.
01:00Temos agora, de novo, brasileiros liderando o ranking entre os seis primeiros.
01:05Cinco são brasileiros, para você ter uma ideia, dessa temporada de 2026.
01:08Mas oito títulos dentro de 11 anos conquistados através de cinco atletas diferentes.
01:12Então, o próprio Gabriel, o Ítalo Ferreiro, o Felipe Toledo, o Adriano de Souza e, mais recentemente, atual campeão mundial,
01:19Iago Dora.
01:20Obviamente, toda vez que você ganha um campeonato mundial, a sua nação ganha um campeonato mundial,
01:26faz com que esse interesse aumente.
01:29A diferença é que a gente faz com que as conquistas, elas sejam o começo da história.
01:35A gente brinca e não o final da história.
01:36A gente tem um trabalho de continuidade e de manutenção através do interesse das pessoas e dos fãs,
01:42através de uma estratégia muito bem desenhada de conteúdo, de PR, de ações com patrocinadores,
01:49que duram o ano inteiro e que contam várias histórias.
01:51As pessoas conseguem acompanhar mais no digital, no celular.
01:54Então, a forma de acompanhar, dado que o surf tem essa janela de acontecimento das principais etapas e campeonatos,
02:02foi muito facilitada.
02:04E, principalmente, dos conteúdos de bastidores, que a gente também adora ver, né?
02:07Não só a competição ao vivo, mas o que está acontecendo na vida dos atletas,
02:12no momento de celebração, onde até a cerveja entra com bastante protagonismo.
02:16Então, a forma de acompanhar ajudou muito.
02:19E a nossa presença como marca também ajuda o esporte a engrandecer.
02:24Então, por exemplo, o que a gente fez com o Medina nas Olimpíadas,
02:28aquela imagem icônica que acho que ninguém nunca vai esquecer dele voando, fazendo assim, né?
02:34Pedindo a sua nota ali da onda.
02:37A gente, como marca, observou que aquele momento era de grande orgulho, de grande celebração,
02:43e chamou aquilo de golden moment, né?
02:46Que tem tudo a ver com o nosso posicionamento de marca,
02:49a celebração desses momentos olímpicos e com o Corona Zero.
02:52Claro, a cerveja, a versão sem álcool da cerveja.
02:55A gente colocou essa imagem em todos os lugares do país, assim.
03:00Até nos outdoors, a gente colocou e aumentou ainda mais o alcance.
03:04Então, acho que a parceria do esporte com algumas marcas que colocam o esporte para mais gente também ajuda.
03:11O surf profissional, ele só existe por conta das marcas de roupa de surf, que é as marcas de surfwear.
03:19O que era, na verdade, os eventos de surf profissional?
03:22Eram eventos proprietários da Bilabong, da Hip Curl, da Kick Silver, que faziam esses eventos,
03:28não para ganhar dinheiro, mas como investimento de marketing para promover o lifestyle,
03:33promover o aspiracional para, no fim das contas, ganhar dinheiro vendendo roupa de borracha,
03:37camiseta, bermuda, boneca.
03:38E durante esse percurso, e aí vou fazer um recorte aqui para o Brasil,
03:42durante esse percurso, eu cheguei na WSL em 2019, então há exatos sete anos atrás.
03:47E o que eu encontrei foi um mercado, desse mercado endêmico que a gente fala,
03:55que são as marcas de roupa de surf, já com um declínio, um investimento de marketing muito considerável,
04:01um enfraquecimento, uma mudança na forma como essas marcas tinham essa atuação global.
04:07De um lado, um esporte muito vencedor, aquela altura já tricampeão mundial em 2019,
04:11e de um outro lado, receitas decrescentes e não crescentes,
04:17porque era uma boa história sem um bom produto, vamos dizer desse jeito,
04:21ou não tinha uma interlocução com o mercado publicitário.
04:23E o que a gente fez foi criar, de fato, uma interlocução mais consistente com o mercado publicitário,
04:28entendendo o que era valor para grandes marcas, não só as marcas que já historicamente patrocinavam,
04:36porque essas, por conta da natureza dos seus negócios, estavam em declínio,
04:39como eu te falei, essas marcas de surfwear, mas de que maneira o surf poderia ser interessante
04:45como plataforma para outras marcas.
04:49E a gente passou a fazer ajustes da maneira como nós apresentávamos esse produto para o mercado publicitário,
04:55primeiro com uma interlocução mais diária, um escritório no Brasil, um time dedicado a fazer isso,
05:00mas também ajuste de produto, ajuste do conteúdo, ajuste da maneira de fazer eventos,
05:04que fosse capaz agora de atrair o interesse de outras marcas.
05:09Dando um salto adiante, que tipos de marcas a gente passou a atrair?
05:12O Banco do Brasil, a Vivo, a Natura, a GWM, a Unilever com a marca Mãe Terra,
05:18a Apple Watch, a Red Bull, a Corona, a Suplei com as marcas Probiótica e Dr. Peanut,
05:24por aí vai, a Riachuelo, que é a primeira marca da história a não ter o DNA do surf,
05:28ser uma marca de moda patrocinar o surf.
05:30Além de marcas de governo, as prefeituras, Brasil afora, América Latina afora.
05:38Em 2023, quando a gente assinou o Name Rights da etapa que acontece em Sacoarela.
05:44Então, de lá para cá, cada ano, a gente vem não só trazendo os surfistas com esse protagonismo e essa
05:51visibilidade,
05:52mas também trabalhando muitas iniciativas, muitas ativações.
05:56Cada ano com alguma disrupção.
05:59Esse ano, como a temática é Brasileiro Roxo por conta de Copa do Mundo,
06:03a gente está levando uma arena de futebol de sabão.
06:08Então, cada ano a gente faz uma leitura de alguma iniciativa que possa ser legal,
06:13que possa conversar com as pessoas que participam,
06:16afinal, passam mais de 400 mil pessoas durante uma etapa.
06:20O que a gente vai fazer em Sacoarema, tem feito já há muitos anos e consistentemente vai fazer,
06:26agora que a etapa também se aproxima,
06:28é ter um lugar de encontro para as pessoas chamado Casa Corona,
06:32que é esse lugar de celebração para quem já assistiu uma bateria,
06:37viu ali os atletas performarem,
06:38mas foi para os amigos se encontrar num luau, num show e etc.
06:42Isso acontece muito nos bastidores do universo do surf.
06:47E esse lugar é muito proprietário para a cerveja também, que é o Brinde.
06:54Tem também a chegada agora das piscinas de onda Brasil afora.
06:59O Brasil já no final desse ano vai ser o recordista mundial em número de piscinas de onda,
07:03que traz um novo grupo de surfistas de classe A.
07:08A maneira como essas piscinas estão sendo construídas no Brasil,
07:10são investimentos altos e estão sendo colocadas como clubes de associação
07:13ou como condomínios de alto padrão.
07:15Então a gente está falando com um público que até então conversava basicamente com o hipismo,
07:19com o tênis e com o golfe e outros esportes.
07:21O surf passa a se inserir agora nesse segmento para marcas de prestígio.
07:25Está aí a Louis Vuitton passando a investir no surf,
07:29entendendo que agora os ricos e ultra-ricos também são praticantes de surf,
07:34que historicamente eles eram muito identificados com esses outros três esportes que eu disse.
07:38Então aqui tem uma oportunidade.
07:39E aí
07:44E aí
07:45E aí
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