00:00Nossa, eu fiquei muito alfabata, vocês não tem noção, porque até pouco tempo eu tava ali correndo no meio dos
00:04povos, tem um vídeo meu dançando, era o show de parangolé, eu acho.
00:09E hoje estar aqui com a responsabilidade de estar no palco e com o muso Márcio Vítor, que é um
00:14cara que eu sou fã, e com minha mãe assistindo, e ela não sai de casa pra nada.
00:19Hoje ela aí no palco, o negócio tava nervoso, mas deu certo, eu fiquei feliz, consegui.
00:25A indústria adora colocar os artistas em caixinhas, quão importante pra você é correr dessas caixinhas?
00:32Ah, eu acho que eu corro naturalmente dessas caixinhas, porque eu sou filha de ex-ceresteira, minha mãe cantava sereste,
00:38ela cantava forró, hoje ela é evangélica.
00:41Ela é uma pessoa que já cantou pop, eu me lembro de estar na plateia, eu fiquei ninho há cinco
00:45anos, e ela tá lá misturando rugi com sereste, ela fazia anjo, e eu de lá assistindo, então assim, naturalmente,
00:53e também minha irmã é cantora de forró.
00:55Então, naturalmente, sendo uma pessoa que nasci na Bahia, sou baiana, vivo na Bahia, então isso faz toda a diferença
01:01pra minha música, não tem como eu estar em caixinhas.
01:03É muita coisa, é muita música, é muita musicalidade, então eu acho que eu nem chego a fugir, porque naturalmente
01:09a caixinha não chega atrás de mim, não.
01:11Não, não.
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